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Câncer de Cólon e Reto

• O câncer colorretal abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para os outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. (fonte: www.inca.gov.br)
• Estimativa de novos casos para 2016 no Brasil: 34.280, sendo 16.660 homens e 17.620 mulheres. (fonte: www.inca.gov.br).
• Prevenção (fatores que protegem): uma dieta rica em fibras, composta de alimentos como frutas, verduras, cereais integrais, grãos e sementes, além da prática de atividade física regular.
• Fatores de risco: consumo de bebidas alcoólicas, de carnes processadas e de grandes quantidades de carne vermelha, idade acima de 50 anos (pico de incidência na sétima década), história familiar de câncer colorretal em parentes de primeiro grau, história pessoal de alguns canceres (ovário, útero ou mama), obesidade, tabagismo e sedentarismo. Também são fatores de risco doenças inflamatórias do intestino como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, doenças hereditárias como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).
• Mais da metade dos tumores colorretais surgem nos segmentos mais distais do cólon (30% no reto, 28% no sigmoide e 9% no cólon descendente). (fonte: Gordon – Surgery for the colon, rectum and anus.


• Pessoas com mais de 50 anos com anemia de origem indeterminada devem fazer endoscopia gastrointestinal superior e inferior.
• Sintomas: anemia, perda de peso sem causa aparente, mudança do habito intestinal (diarreia ou constipação), desconforto abdominal como gases ou cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal, sensação de que o intestino não se esvaziou após a evacuação (tenesmo) são sinais de alerta.
• Esses tumores podem ser detectados precocemente através de dois exames: pesquisa de sangue oculto nas fezes e colonoscopia.
• A confirmação do diagnóstico é dada por biópsia da lesão, seja ela realizada por meio da colonoscopia ou após a ressecção do tumor por inteiro e análise pelo patologista.
• A cirurgia é o tratamento inicial (pode ser realizada por videolaparoscopia na maioria dos casos), retirando a parte do intestino afetada e os nódulos linfáticos (pequenas estruturas que fazem parte do sistema imunológico) próximos à região. Em seguida, a quimioterapia pode ser utilizada para diminuir a possibilidade de volta do tumor.
• Alguns tumores de reto necessitam de neoadjuvância (radioterapia e quimioterapia antes da cirurgia) para diminuir o tamanho do tumor e aumentar as chances de ressecção total do mesmo sem que haja comprometimento da função do esfíncter anal.